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	<title>Margarete Bernstein - Quiropraxista, Autor em Peleia MMA</title>
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	<description>O portal das artes marciais mistas no Rio Grande do Sul</description>
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	<title>Margarete Bernstein - Quiropraxista, Autor em Peleia MMA</title>
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		<title>Lesões de membros superiores em atletas de MMA &#8211; Coluna da Margarete Bernstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarete Bernstein - Quiropraxista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 16:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Margarete Bernstein]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lesões em membros superiores são relativamente comuns em lutadores, vamos entender como elas ocorrem Os esportes de luta</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Lesões em membros superiores são relativamente comuns em lutadores, vamos entender como elas ocorrem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os esportes de luta podem ser divididos em grupos distintos, considera-se as similaridades entre as técnicas utilizadas. As lutas de&nbsp;striking são aquelas em que se utilizam golpes traumáticos, como socos, chutes, cotoveladas ou joelhadas. Exemplos são&nbsp;muay thai, caratê e boxe inglês. Já as modalidades de&nbsp;grappling&nbsp;são aquelas baseadas em lutas ditas corpo a corpo, tipo agarradas&nbsp;ou de solo, incluindo aquelas em que se usam técnicas de finalização ou submissão. Exemplos são jiu-jitsu e judô.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala de artes marciais mistas (MMA), há uma mistura dos gêneros e de técnicas de outras modalidades de lutas (como as de&nbsp;grappling&nbsp;e&nbsp;striking). Como consequência, verifica-se também a associação desses distintos mecanismos de trauma com consequente semelhança de lesões variadas em um mesmo atleta. Lutas de MMA, em que há maior predominância do&nbsp;striking, estão mais associadas a lesões da face, das mãos e em algumas delas, dos membros inferiores. Já nas lutas em que há predomínio da submissão ou do&nbsp;grappling, as lesões articulares são mais frequentes, notadamente do ombro, do cotovelo e do joelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme pesquisa realizada nos departamentos de emergência, verificou que, entre os anos de 2013 e 2018, foram diagnosticadas 39.181 lesões decorrentes da prática de jiu-jitsu, judô e MMA.&nbsp;A incidência verificada em cada região anatômica dos membros superiores foi variável, de acordo com a luta praticada.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="641" height="410" src="https://peleiamma.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image.png" alt="" class="wp-image-1070" srcset="https://peleiamma.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image.png 641w, https://peleiamma.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-300x192.png 300w, https://peleiamma.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-150x96.png 150w" sizes="(max-width: 641px) 100vw, 641px" /><figcaption class="wp-element-caption">Figura acima —&nbsp;Distribuição das lesões, destacando-se as dos membros superiores (em verde), decorrentes da prática de jiu-jitsu&nbsp;(A), judô&nbsp;(B)&nbsp;e MMA&nbsp;(C), verificada nas unidades de emergência.<br>Fonte:&nbsp;Adaptada de Stephenson e Rossheim (2018).</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando-se apenas as lesões dos membros superiores relacionadas às artes marciais e aos esportes de combate, a articulação do ombro é a região mais acometida, seguida das mãos e dos dedos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A luxação acromioclavicular é uma lesão frequente na prática dos esportes, entre eles, judô, jiu-jitsu e MMA. Os fatores mais comuns são a queda sobre a mão espalmada ou o trauma sobre o ombro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Subdivide-se em seis tipos: os tipos I e II são tratados de maneira não invasiva, enquanto os tipos IV a VI geralmente têm indicação de tratamento cirúrgico. O tipo III é o que entra em maior discussão de tratamento, onde diversos estudos têm demonstrado bons resultados com tratamentos conservadores, similares aos alcançados com o tratamento cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instabilidade do Ombro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ombro possui maior ADM, ( Movimento de Amplitude Articular), o que o torna mais suscetível a desenvolver quadros de instabilidade, como&nbsp;luxações ou subluxações. Entre os tipos de instabilidade, as que ocorrem no sentido anteroinferior são as mais comuns. As modalidades de luta que expõem os atletas a um maior risco de luxações do ombro são: jiu-jitsu e MMA, em que, frequentemente, se utilizam técnicas de submissão em que o atleta posiciona seu ombro dessa maneira para projetar o oponente durante algumas técnicas de entradas de quedas. O maior risco também pode ocorrer em lutas de&nbsp;striking, como o boxe, em que se utilizam posicionamentos similares, como na técnica de soco chamada&nbsp;overhand.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lesão tendão/músculo peitoral maior</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O músculo peitoral maior é um forte adutor do ombro, além de contribuir também para a sua rotação medial e flexão anterior. Esse músculo é composto por duas porções: a esternocostal e a&nbsp;clavicular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, cerca de 75% das lesões do tendão e do músculo peitoral maior estão associadas diretamente à prática de atividades físicas, sendo o jiu-jitsu responsável, por até 10% do total de casos, outras modalidades de esporte de combate (como&nbsp;wrestling&nbsp; MMA) estão frequentemente associadas a essas lesões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lesões do cotovelo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas técnicas de submissão aplicadas no jiu-jitsu, judô e MMA expõem o cotovelo a posições de hiperextensão associada a valgo, como é o caso do&nbsp;armlock. Essas técnicas podem resultar em lesões agudas ou estiramentos do ligamento colateral ulnar, levando à frouxidão das estruturas mediais da articulação. A frouxidão pode resultar em quadros de instabilidade em valgo do cotovelo, o que expõe o nervo ulnar a lesões por estiramento, compressão contra o sulco ou até mesmo subluxações dessa estrutura. A rigidez associada à osteoartrite do cotovelo pode resultar em menor capacidade de o atleta resistir à técnica, resultando na perda do combate.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A osteoartrite de cotovelo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Bastante comum em atletas de MMA. Os mesmos costumam conviver bem com os sintomas álgicos e acabam procurando atendimento apenas quando começam a observar&nbsp;perda&nbsp;progressiva e gradual da ADM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma queixa recorrente é a diminuição do alcance dos socos (como os&nbsp;jabs) secundária à perda gradual da extensão, o que acaba obrigando o atleta a se aproximar mais do seu oponente e se expor mais a contragolpes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda de extensão do cotovelo também acaba fazendo com que os atletas de MMA tenham menos capacidade de resistir a tentativas de finalizações baseadas em alavancas, como armlocks.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lesão de mãos e punho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos com utilização de avaliações clínicas e por ressonância magnética demonstraram que os praticantes de MMA apresentaram maior número de lesões degenerativas nessas regiões do que praticantes de outras modalidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fratura do boxer</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As chamadas fraturas do&nbsp;boxer&nbsp;são assim denominadas porque são&nbsp;lesões dos metacarpianos&nbsp;que ocorrem, com relativa frequência, como resultado de socos desferidos sobre superfícies rígidas. No MMA, é esperado que as fraturas do&nbsp;boxer&nbsp;sejam muito frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que a prevenção é a melhor maneira de manter a saúde do corpo e evitar lesões.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Referências Bibliográficas </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">01. Wroble RR. Wrestling. In: Kordi R, Maffulli NN, Wroble RR, Wallace WA, editors. Combat sports medicine. London: Springer; 2009. p. 215–46.</p>



<p class="wp-block-paragraph">02. Catanese AJ. Spine. In: The medical care of the judoka: a guide for athletes, coaches and referees to common medical problems in Judo. Tucson: Wheatmark; 2012. p. 114–26.</p>



<p class="wp-block-paragraph">03. McGrory BJ, Klassen RA, Chao EY, Staeheli JW, Weaver AL. Acute fractures and dislocations of the cervical spine in children and adolescents. J Bone Joint Surg Am 1993 Jul;75</p>



<p class="wp-block-paragraph">04. Zetaturk M. Children in combat sports. In: Kordi R, Maffulli N, Wroble RR, Wallace WA, editors. Combat sports medicine.</p>



<p class="wp-block-paragraph">05. Stephenson C, Rossheim ME. Brazilian Jiu Jitsu, Judo, and mixed martial arts injuries presenting to United States Emergency Departments, 2008–2015. J Prim Prev. 2018 Oct;39(5):421–35.</p>



<p class="wp-block-paragraph">06. Mayer C, Hilsmann F, Wiechmann GJ, Zilkens C, Krauspe R, Schleich C. Degenerative changes in the hand and wrist in elite MMA fighting: an MRI study in comparison to boxing. Handchirurgie Mikrochirurgie Plast Chir. 2018 Jun;50(3):184–9.</p>



<p class="wp-block-paragraph">07. Hanna WA, Laier P. Hand injuries from combat sports. Unfallchirurg. 2015 Jun;118(6):507–14.</p>



<p class="wp-block-paragraph">08. Birrer RB. Trauma epidemiology in the martial arts: the results of an eighteen-year international survey. Am J Sports Med. 1996 Nov;24.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre Margarete Bernstein</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quiropraxista – ABQ 1039 – Pós Graduação em Cinésiologia Biomecânica e Treinamento Desportivo e Pós Graduação em Reabilitação de Lesões e Doenças Musculoesqueléticas. Atendendo em Porto Alegre – RS, maiores informações e agendamentos pelo telefone 51 99934-2411 ou&nbsp;<a href="http://wa.me/5551999342411">clique aqui.</a></p>
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		<title>Dor Lombar &#8211; Coluna da Margarete Bernstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarete Bernstein - Quiropraxista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2023 00:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos lutadores reclamam de dores na lombar, então vamos entender as causas desse desconforto. Dor Lombar Um dos</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Muitos lutadores reclamam de dores na lombar, então vamos entender as causas desse desconforto.</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dor Lombar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos mais importantes fatores relacionados com a lombalgia é a sobrecarga biomecânica sobre a coluna.<br>A coluna de um atleta, sujeita a repetida atividade extenuante (não além do ponto de causar lesão), responde através do desenvolvimento de hipertrofia óssea, com um córtex vertebral mais espessado e um sistema trabecular mais denso, dando ao corpo vertebral e às lâminas terminais uma resistência maior ao colapso. Mesmo os atletas de alta performance, apresentando essa condição diferenciada em relação à coluna, não estão isentos de sofrerem de lombalgia. A resposta da coluna em relação à isso dependerá da sua condição preexistente.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Forças excessivas podem provocar estresse nas estruturas internas de sustentação e movimento da coluna lombar e tronco, levando a fadiga e falência tecidual, pois cada vértebra une-se por meio de discos intervertebrais, uma estrutura fibrocartilaginosa, além do disco a coluna vertebral é sustentada pela presença de ligamentos e músculos.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Estudos recentes direcionam, com clareza a relação sobrecarga e lombalgia e os efeitos das forças desenvolvidas durante os treinos. Por contração do diafragma, as forças de tração atuam na porção anterior da coluna lombar, em sentido cranial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atletas de alta performance exigem uma extensão forçada desse seguimento vertebral, e apresentam maior incidência de lesões das apófises vertebrais, fato destacado em profissionais de MIXED MARTIAL ARTS (MMA), esporte que combina técnicas de artes marciais como as do JUDÔ, KARATÊ, JIU-JITSU, MUAY-THAI, BOXE, KICKBOXING E WRESTLING.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dor lombar (lombalgia) é a designação dada a um processo doloroso que se instala na cintura pélvica. Isso porque a dor está ligada a uma agressão ao ramo nervoso. Com base em evidências científicas, pode-se constatar que existe uma forte ligação entre a região que há dor, o suporte de peso corporal e o movimento. A região lombar suporta o peso corporal e tem relativa mobilidade, mas os discos intervertebrais ficam suscetíveis, devido à sua posição oblíqua, à força de cisalhimento, que, na torção do tronco, causa rupturas no ângulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lombalgias podem ser definidas com base na duração dos sintomas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aguda (7 dias ou menos);</li>



<li>subaguda (uma semana a três meses)</li>



<li>crônica (três meses ou mais).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que a prevenção é a melhor maneira de manter a saúde da coluna vertebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bibliografia</strong><br>Greve JMD. Reabilitação nas algias vertebrais. Acta Ortop Bras 2016<br>Na Henson A. Towards a better understanding of low-back pain 2018<br>Rosenthal M. Lombalgia aguda. São Paulo: Manole; 2015. P.67.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sobre Margarete Bernstein</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quiropraxista &#8211; ABQ 1039 &#8211; Pós Graduação em Cinésiologia Biomecânica e Treinamento Desportivo e Pós Graduação em Reabilitação de Lesões e Doenças Musculoesqueléticas. Atendendo em Porto Alegre &#8211; RS, maiores informações e agendamentos pelo telefone 51 99934-2411 ou <a href="http://wa.me/5551999342411">clique aqui.</a></p>
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		<title>Você conhece a Quiropraxia? Coluna da Margarete Bernstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarete Bernstein - Quiropraxista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Margarete Bernstein]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova colunista do Peleia MMA é a quiropraxista Margarete Bernstein, que abordará o uso da quiropaxia aplicada</p>
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<h2 class="wp-block-heading">A nova colunista do Peleia MMA é a quiropraxista Margarete Bernstein, que abordará o uso da quiropaxia aplicada a lutadores de MMA</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Sobre a Quiropraxia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Quiropraxia foi desenvolvida no século 19 por Daniel D. Palmer, nos EUA, através da manipulação da coluna. O nome vem dos termos “ Chiropractic” – vem do grego e significa “feito pela mãos” e &#8221; Chiropractor” – que significa “que faz com as mãos”. Sendo que em 18 de Setembro de 1895 nasce a Quiropraxia na América do Norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Quiropraxia chegou no Brasil em 1922, através do estadunidense Dr. Willian F. Fipps, seguido após 1945, pelo Dr. Henry Wilson Young, também cidadão americano ambos estabelecidos<br>em São Paulo. Portanto, com o crescimento da Quiropraxia no Brasil e formação de novos profissionais, são criadas as entidades profissionais como a Associação Nacional de Quiropraxia (ANQ 1988) e,<br>posteriormente, a Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ 1992).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2000 ocorre a aula inaugural do primeiro curso de Graduação em Quiropraxia da América<br>Latina, na Universidade Feevale em Novo Hamburgo. No mesmo ano a Universidade Anhembi Morumbi em São Paulo, iniciava as aulas na segunda Instituição a oferecer o curso de Graduação em Quiropraxia. Desde 2001 existe a tramitação na Câmara de Deputados do Projeto Lei 4199/2001, que prevê a regulamentação da Quiropraxia no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o surgimento da Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ) e seus feitos, que lhe garante o reconhecimento internacional como representante da profissão dentro e fora do Brasil. E, seu credenciamento nos principais órgãos internacionais que preconizam a educação em Quiropraxia, que mantém relação com a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Palmer, o corpo humano tinha um fino feixe de nervos sensitivos, que passavam pelos ossos, músculos e ligamentos, que ao serem esticados, deslocados e pinçados por causa de desalinhamento ósseo, causando então a doença. Assim iniciou suas experimentações com procedimentos que passam a focar ossos e nervos. Ele chamava essa manipulação de arte e precisava de um nome para esta arte. Ao atender um paciente chamado Weed, com a arte do ajustamento vertebral, para melhorar a ciatalgia, pediu-lhe uma sugestão ao nome: “ Ele simplesmente traduziu a descrição do médico de “feito pelas mãos “, em grego, e deste modo originou a Quiropraxia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Quiropraxia é a profissão da área da saúde que lida com o diagnóstico, o tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral. Segundo a Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ), hoje no Brasil existem aproximadamente 1.500 profissionais graduados em Quiropraxia, sendo ofertado no Brasil o curso de Graduação, em quatro Universidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bibliografia:<br>(SOUZA, 2004)<br>(CHAOMAN –SMITH, 2001)<br>(CASTRO, 1999)<br>PALMER, THE SCIENCI OF CHIROPRACTIC, 18.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre Margarete Bernstein</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quiropraxista &#8211; ABQ 1039 &#8211; Pós Graduação em Cinésiologia Biomecânica e Treinamento Desportivo e Pós Graduação em Reabilitação de Lesões e Doenças Musculoesqueléticas. Atendendo em Porto Alegre &#8211; RS, maiores informações e agendamentos pelo telefone 51 99934-2411 ou <a href="http://wa.me/5551999342411">clique aqui</a>.</p>
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